Onde vamos parar?

Vivemos actualmente numa sociedade bastante turbulenta em que, quem fala verdades ganha como prémio um conjunto de tiros que os tira a vida.
Estes macabros crimes que ceifam a vida a chefes de famílias, deixando estes filhos de tenra idade ao deus dará.
Onde vamos parar? Pois, a cada dia que passa vimos sangue derramado de gente totalmente inocente e cheia de vida ver os seus planos interrompidos por dizer a verdade.
É que, esta prática começou como se de uma brincadeira se tratasse, senão vejamos: o jovem economista foi brutalmente assassinado como se de um cão se tratasse, pois, ao que tudo indica este ia apresentar um tal relatório referente as auditorias feitas no banco onde a pouco tempo havia sido nomeado Presidente do Conselho de Administração e que dava conta dos desfalques perpetuados nas contas do
famigerado Banco Popular de Desenvolvimento (BPD) actual Banco Austral (BA).
Ao que tudo indica, constava na auditoria que levou a morte do PCA deste banco nomes de figuras proeminentes do anterior e do novo governo tido como governo do combate ao deixa-andar.
Estamos num país em que o estado não move uma palha se quer para o desmantelamento desta quadrilha que vem semeando luto nas várias famílias moçambicanas pois, sempre que acontecem estes casos os fazedores da justiça dizem estar o processo ainda em investigação.
Entretanto, aqueles que tentam por as suas ideias sobre a questão do tanto falado combate à corrupção são vistos como impostores e posteriormente assassinados, o exemplo disso é o recente assassinato do director da cadeia de central de Maputo Jorge Microsse que não levou mais de dois anos na cadeira de director deixada pelo também assassinado Issufo, o jornalista Carlos Cardoso, António Siba-Siba Macuacua e muitos outros que até então aguardamos explicações das suas mortes.
É tarefa de todos nós cumprir com o nosso dever de desenvolver o estado de direito democrático recorrendo para tal a nossa constituição de modo a não nos deixar intimidar pelos criminosos.
Entretanto, exortamos ao governo no sentido de trabalharmos sem que sejamos intimidados pelos mentores do crime organizado pois estamos em paz a treze nos. É tempo também de o governo se preocupar em desmantelar esta rede de crime organizado que vem semeando terror pelo país.
Estas e outras atitudes a maior parte das vezes reflecte-se sobre nós, isto é, quando tentamos fechar o cerco dos mentores do crime organizado, se não somos mortos recebemos como prémio uma exoneração, parece esta a única coisa que o nosso governo sabe fazer tirar as pessoas dos cargos que ocupam por estes descobrirem verdades.
Estes macabros crimes que ceifam a vida a chefes de famílias, deixando estes filhos de tenra idade ao deus dará.
Onde vamos parar? Pois, a cada dia que passa vimos sangue derramado de gente totalmente inocente e cheia de vida ver os seus planos interrompidos por dizer a verdade.
É que, esta prática começou como se de uma brincadeira se tratasse, senão vejamos: o jovem economista foi brutalmente assassinado como se de um cão se tratasse, pois, ao que tudo indica este ia apresentar um tal relatório referente as auditorias feitas no banco onde a pouco tempo havia sido nomeado Presidente do Conselho de Administração e que dava conta dos desfalques perpetuados nas contas do
famigerado Banco Popular de Desenvolvimento (BPD) actual Banco Austral (BA).Ao que tudo indica, constava na auditoria que levou a morte do PCA deste banco nomes de figuras proeminentes do anterior e do novo governo tido como governo do combate ao deixa-andar.
Estamos num país em que o estado não move uma palha se quer para o desmantelamento desta quadrilha que vem semeando luto nas várias famílias moçambicanas pois, sempre que acontecem estes casos os fazedores da justiça dizem estar o processo ainda em investigação.
Entretanto, aqueles que tentam por as suas ideias sobre a questão do tanto falado combate à corrupção são vistos como impostores e posteriormente assassinados, o exemplo disso é o recente assassinato do director da cadeia de central de Maputo Jorge Microsse que não levou mais de dois anos na cadeira de director deixada pelo também assassinado Issufo, o jornalista Carlos Cardoso, António Siba-Siba Macuacua e muitos outros que até então aguardamos explicações das suas mortes.
É tarefa de todos nós cumprir com o nosso dever de desenvolver o estado de direito democrático recorrendo para tal a nossa constituição de modo a não nos deixar intimidar pelos criminosos.
Entretanto, exortamos ao governo no sentido de trabalharmos sem que sejamos intimidados pelos mentores do crime organizado pois estamos em paz a treze nos. É tempo também de o governo se preocupar em desmantelar esta rede de crime organizado que vem semeando terror pelo país.
Estas e outras atitudes a maior parte das vezes reflecte-se sobre nós, isto é, quando tentamos fechar o cerco dos mentores do crime organizado, se não somos mortos recebemos como prémio uma exoneração, parece esta a única coisa que o nosso governo sabe fazer tirar as pessoas dos cargos que ocupam por estes descobrirem verdades.

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