Avaria de semaforos afunda capital do pais

Avaria de semaforos afunda capital do pais
Como em qualquer cidade o tráfego rodoviário é intenso nos dias úteis da semana devido ao funcionamento de serviços e instituições nelas instalados, movimento que se agrava nas horas de ponta, quando a maioria dos cidadãos se aglomeram para sair ou entrar na cidade.
A azafama verifica-se com particular incidência nas Avenidas 25 de Setembro, 24 de Julho, Joaquim Chissano, entre outros para além dos Bairros do Jardim e 25 de Junho, atravessados pela Estada Nacional Número 1.
Aqui, é normal vermos, logo pela manhã, grandes filas de carros, motas, bicicletas, “Tchovas” e os famigerados “chapa” a “invadirem” a zona urbana da capital do país à procura de dar o seu contributo na economia nacional através do seu trabalho.
Esta “invasão”, nem sempre é feita dentro daquilo que seria situação normal, pois, a
O funcionamento irregular dos semáforos nas ruas de Maputo está a tornar a cidade num espaço onde a circulação de viaturas e peões obedece a critérios de pura anarquia, onde as buzinas estridentes substituem o bom senso que se exige aos automobilistas na via pública.
Tal como em outros cruzamentos com a mesma situação, nunca apareceu alguém da Policia para regular o transito naquele local, particularmente nas horas de ponta.
Para além dos semáforos avariados ha bastante tempo, situações não menos graves ocorrem também noutros cruzamentos, onde estes aparelhos de regulação do transito estão totalmente descontrolados, acendendo, em simultâneo, a luz verde ou vermelha em todos os sentidos.
Tal acontece frequentemente no cruzamento das avenidas “Guerra Popular” e “24 de Julho”. Trata-se de duas vias muito movimentadas, pelo que, a qualquer momento, poderá ocorrer tragédias evitáveis.
A imagem que nos é dada a ver todos os dias naquele e noutros locais, nas horas de ponta, é de uma total falta de sentido de responsabilidade na via pública. Como se isto não bastasse, casos há em que os semáforos são desligados propositadamente, sem que, para tal, sejam colocados agentes reguladores de transito ou então, uma sinalização para precaver os automobilistas.
A título de exemplo, no passado dia 19 de Abril, o cruzamento das avenidas "Eduardo Mondlane" e "Karl Marx", duas das principais artérias da cidade, foi palco de um autêntico espectáculo proporcionado pelos automobilistas, cujas viaturas se bloqueavam umas às outras. Tudo porque os semáforos estavam desligados, aparentemente porque houve corte de energia.
Passava das 11:00 horas, altura em que começa a intensificar-se o trafego automóvel e de peões.
No local, uma equipa de trabalhadores do Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM), ligados às obras, ia continuando a tapar os buracos, ignorando todos os riscos a que estavam sujeitos.
Buzinas, insultos, enfim, violações às regras básicas de condução se apoderaram do local, e tudo parecia uma situação normal, já que todos os dias se assiste cenários idênticos um pouco por toda a cidade.
"Estes gajos nem sequer sinalizam e, criam esta situação, gritava um automobilista, aparentando ter entre 25 a 30 anos de idade, que seguia num "Citi Golf" matricula sul-africana, ao mesmo tempo que buzinava, tal como os seus colegas.
“Onde anda a Policia de Trânsito que inunda as nossas estradas ?”questionavam outros
O problema não só se circunscreve na existência de semáforos avariados ou que funcionam mal, mas também a sua inexistência noutras vias, cujo tráfego obriga a que estes aparelhos sejam instalados.
Dos 41 semáforos existentes na cidade Maputo, pouco menos de 38 é que estão em funcionamento. Nas horas de ponta, os automobilistas e peões vivem um cenário triste devido ao congestionamento do trânsito.
A Cidade de Maputo sempre apresentou problemas sérios de trânsito devido a abundância de veículos mas com poucas estradas e poucos semáforos.
Segundo o inspector Justino Vitorino, a polícia de trânsito deve estar sempre na estrada e principalmente nos seus cruzamentos por serem zonas de maior concentração de veículos.
“Nós temos dado maior atenção a zonas principais da cidade e com maior movimento de veículos tais como Benfica, Jardim, Junta, Av. Joaquim Chissano, Guerra Popular e Av. 24 de Julho com vista a garantir a boa circulação”, disse Vitorino.
Os chapa “100” e o excesso de viaturas na cidade criam um cancro.
O nosso entrevistado apontou como um dos motivos da demora de resposta por parte da polícia de trânsito na chegada aos locais com semáforos avariados, as dificuldades de transporte que a corporação enfrenta.
A nossa reportagem não conseguiu identificar o motivo que faz demorar o concerto dos semáforos em casos de avaria visto que o nosso entrevistado disse não ser da responsabilidade da polícia de trânsito a manutenção dos semáforos.
A azafama verifica-se com particular incidência nas Avenidas 25 de Setembro, 24 de Julho, Joaquim Chissano, entre outros para além dos Bairros do Jardim e 25 de Junho, atravessados pela Estada Nacional Número 1.
Aqui, é normal vermos, logo pela manhã, grandes filas de carros, motas, bicicletas, “Tchovas” e os famigerados “chapa” a “invadirem” a zona urbana da capital do país à procura de dar o seu contributo na economia nacional através do seu trabalho.
Esta “invasão”, nem sempre é feita dentro daquilo que seria situação normal, pois, a
O funcionamento irregular dos semáforos nas ruas de Maputo está a tornar a cidade num espaço onde a circulação de viaturas e peões obedece a critérios de pura anarquia, onde as buzinas estridentes substituem o bom senso que se exige aos automobilistas na via pública.
Tal como em outros cruzamentos com a mesma situação, nunca apareceu alguém da Policia para regular o transito naquele local, particularmente nas horas de ponta.
Para além dos semáforos avariados ha bastante tempo, situações não menos graves ocorrem também noutros cruzamentos, onde estes aparelhos de regulação do transito estão totalmente descontrolados, acendendo, em simultâneo, a luz verde ou vermelha em todos os sentidos.
Tal acontece frequentemente no cruzamento das avenidas “Guerra Popular” e “24 de Julho”. Trata-se de duas vias muito movimentadas, pelo que, a qualquer momento, poderá ocorrer tragédias evitáveis.
A imagem que nos é dada a ver todos os dias naquele e noutros locais, nas horas de ponta, é de uma total falta de sentido de responsabilidade na via pública. Como se isto não bastasse, casos há em que os semáforos são desligados propositadamente, sem que, para tal, sejam colocados agentes reguladores de transito ou então, uma sinalização para precaver os automobilistas.
A título de exemplo, no passado dia 19 de Abril, o cruzamento das avenidas "Eduardo Mondlane" e "Karl Marx", duas das principais artérias da cidade, foi palco de um autêntico espectáculo proporcionado pelos automobilistas, cujas viaturas se bloqueavam umas às outras. Tudo porque os semáforos estavam desligados, aparentemente porque houve corte de energia.
Passava das 11:00 horas, altura em que começa a intensificar-se o trafego automóvel e de peões.
No local, uma equipa de trabalhadores do Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM), ligados às obras, ia continuando a tapar os buracos, ignorando todos os riscos a que estavam sujeitos.
Buzinas, insultos, enfim, violações às regras básicas de condução se apoderaram do local, e tudo parecia uma situação normal, já que todos os dias se assiste cenários idênticos um pouco por toda a cidade.
"Estes gajos nem sequer sinalizam e, criam esta situação, gritava um automobilista, aparentando ter entre 25 a 30 anos de idade, que seguia num "Citi Golf" matricula sul-africana, ao mesmo tempo que buzinava, tal como os seus colegas.
“Onde anda a Policia de Trânsito que inunda as nossas estradas ?”questionavam outros
O problema não só se circunscreve na existência de semáforos avariados ou que funcionam mal, mas também a sua inexistência noutras vias, cujo tráfego obriga a que estes aparelhos sejam instalados.
Dos 41 semáforos existentes na cidade Maputo, pouco menos de 38 é que estão em funcionamento. Nas horas de ponta, os automobilistas e peões vivem um cenário triste devido ao congestionamento do trânsito.
A Cidade de Maputo sempre apresentou problemas sérios de trânsito devido a abundância de veículos mas com poucas estradas e poucos semáforos.
Segundo o inspector Justino Vitorino, a polícia de trânsito deve estar sempre na estrada e principalmente nos seus cruzamentos por serem zonas de maior concentração de veículos.
“Nós temos dado maior atenção a zonas principais da cidade e com maior movimento de veículos tais como Benfica, Jardim, Junta, Av. Joaquim Chissano, Guerra Popular e Av. 24 de Julho com vista a garantir a boa circulação”, disse Vitorino.
Os chapa “100” e o excesso de viaturas na cidade criam um cancro.
O nosso entrevistado apontou como um dos motivos da demora de resposta por parte da polícia de trânsito na chegada aos locais com semáforos avariados, as dificuldades de transporte que a corporação enfrenta.
A nossa reportagem não conseguiu identificar o motivo que faz demorar o concerto dos semáforos em casos de avaria visto que o nosso entrevistado disse não ser da responsabilidade da polícia de trânsito a manutenção dos semáforos.

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